SEMAS: Com participação de delegada, “Roda de Conversa” orienta sobre os tipos de violência doméstica

A Violência doméstica não é assunto novo, e pode até ser “cansativo”, para quem prefere fechar os olhos diante de um tema tão relevante, sem dúvida esse não é o caso do município de Campo Maior, que por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Geração de Renda – SEMAS, a Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres e o Centro de Referência Especializada de Assistência Social – CREAS tem provido diversas ações de conscientização pelo fim da violência.

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A mais recente acontece na tarde desta terça-feira (28/08), no auditório da SEMAS onde mulheres de diferentes segmentos participaram de uma “Roda de Conversas” sobre os tipos de violência. A palestra foi ministrada pela Coordenadora do Centro de Referência de Atendimento da Mulher, Joelfa Bezerra Farias e fez alusão aos 12 anos de vigor da lei Maria da Penha, comemorado no mês de agosto, designado mês de conscientização pelo fim da violência contra mulher, “batizado” agosto lilás.

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A delegada Camila Miranda participou do encontro e discorreu sobre o assunto ressaltando a importância de a vítima fazer a denuncia e lembrou a necessidade de uma “Casa Lar” para abrigar temporariamente, mulheres vítimas de violência no município de Campo Maior. “A grande importância desse momento é a conscientização, a nossa valorização enquanto mulher, enquanto titular de direito, para que não aceite qualquer tipo de violência, seja física, moral, sexual, patrimonial todo tipo de tratamento de humilhação, xingamentos, todos esses comportamentos que de alguma forma venha a denegrir a mulher, nessa palestra venho orientar, para que denuncie não aceite esse comportamento que vulnera a nossa dignidade e nossa integridade física enquanto mulher”, disse a delegada.

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A Secretária de Assistência Social, Nilzana Gomes defende que, quanto mais informações forem repassadas às mulheres, menores serão os casos de violência. “Essas informações contribuem bastante para as mulheres para as familiares que muitas vezes não têm conhecimento e nem sabem se estão sofrendo violência, isso muda o comportamento da mulher e do marido, pois sabemos que a maioria dos casos de mulheres que sofrem violência que culminam com a morte, acontece dentro de casa, através de parente, conjugue ou ex- parceiros. Levar essas informações é nossa obrigação, não só do poder público, mas de toda a sociedade, isso ajuda a diminuir os casos”. Concluiu a secretária.

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