Historiadores encontram tesouro cultural em Campo Maior

Não se trata de uma descoberta porque o local foi fundado em 2001, por Antônio Conrado, proprietário do Sítio Boa Esperança, localizado na estrada que liga Campo Maior a cidade de Cabeceira antes da localidade Tocaia. Trata-se de um Museu Cultural mantido no local.

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Para os Professores, historiadores, Francisco de Assis Lima, Moacir Ximenes e Celson Chaves que visitaram o sítio no inicio desta semana, e até então não tinham conhecimento do Museu, ali está uma das grandes potencialidades do turismo cultural de Campo Maior. Encantado, o historiador Assis Lima descreve o que viu: “O que existe ali, nós historiadores consideramos um verdadeiro tesouro, objetos que nem o Museu Estadual possui, como: câmara fotográfica de fole “lambe lambe” do final do século XIX, rádios de vários modelos, máquinas de costura, lampiões, relógios, estão enfileirados em prateleiras, outros são organizados no interior do museu como baús, vinis, entre tantas outras peças valiosas, além de objetos artesanais”, disse ele.

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O professor informou que solicitou da Secretária de Turismo e Desenvolvimento, Dlany Frota, que o Museu seja incluído no roteiro turístico cultural do município. “Solicitamos a secretária Dlany Frota a inclusão do Sítio Boa Esperança onde fica o Museu no roteiro turístico de Campo Maior porque entendemos que a população precisa ter conhecimento dessa parte do potencial de nossa cidade”, concluiu.

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